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COMUNIDADE DA PONTE


A Capela N. Sra. Da Conceição, na Comunidade da Ponte foi construída nos fins do Século XIX, dentro de um cemitério onde estão os restos mortais dos ancestrais das Famílias Martins da Costa, Cruz,Andrade, desde o ano de 1887. Tenho muitas fotos
Muros construídos pelos escravos são marcos de uma Capela de dedicação familiar, assim como prática devocional à época. Na década de 60, outro prédio foi construído à frente do Cemitério, pela Sra. Anita Cabral, com o apoio das Familias Andrade, Cabral, Drummond, além das contribuições comunitárias. Essa Capela permaneceu fechada por mais de onze anos. Em 2009 foi reformada e, oficialmente, entregue pela Família aos cuidados da Comunidade da Ponte. Anexo à Capela, foi construído em 2014, um salão comunitário, a fim de caracterizar o espaço das celebrações católicas e o espaço das comemorações comunitárias.

COMUNIDADE GOMES


João da Cruz, patriarca de família pioneira, em Itabira, deixou registrado em seu testamento a doação de uma fazenda, que fazia parte de uma sesmaria, aos escravos que lhe pertenciam e ao mesmo tempo dando-lhes a alforria.

Ali construíram suas casas e criaram seus filhos. Hoje, nesse local, existe a Comunidade do Gomes, onde vivem os descendentes desses escravos que no ano de 1885, foram reconhecidos. Antes de Abolição.

No extremo limite de Itabira e Santa Maria, a Comunidade do Gomes exaure Amor em Abundância – assim constatado por Aprendizes da Universidade da Paz ali hospedados nas casas – constitui uma Grande Família, um tesouro a ser resgatado na formação histórica da sociedade itabirana.

COMUNIDADE PARI

O espaço comunitário do Pari foi inaugurado dia 12 de outubro de 2006, tendo como referência o Cruzeiro ali levantado ainda no século XIX. Foram mantidas todas as referências materiais e imateriais possíveis, de forma a respeitar a presença dos antepassados europeus, índios e africanos que por lá passaram e deixaram suas marcas. O formato do espaço é um octógono, com o objetivo de evocar os 8 Pilares da Atuação Comunitária: Espiritualidade, Cultura, Educação Integral, Saúde Integral, Meio Ambiente, Comunicação, Governança e Economia.
No local estão reverenciadas as Tradições espirituais:
- dos Indígenas, pelo Círculo de Pedra à esquerda da entrada, onde foi alocado o topo do antigo Cruzeiro ao centro e apontadas as quatro direções dos pontos cardeais: Norte sul leste oeste a palavra Ágape em grego no local evoca o amor incondicional;
- dos Africanos, pela forma de construção da escada de acesso ao Cruzeiro Novo, usando o método construtivo dos antigos escravos;
- dos Orientais, pelas tábuas que separam as duas construções, onde a cor vermelha representa a ação, azul a harmonia, a amarela a compaixão e a Branca a espiritualidade;
- dos Europeus, pelo espaço onde são erguidos aos mastros das bandeiras - ícone venerado pelos habitantes locais - herança do Cristianismo original.

COMUNIDADE CAPITINGA

O vale, atravessado pelo ribeirão, abriga uma comunidade antiga. Fazendas, como o Meireles, a vender suas colheitas até no Rio de Janeiro. Os animais tinham o casco queimado para resistir a viagem. Chico Coelho, outra fazenda, referência da solidariedade humana a salvar famílias das necessidades extremas da vizinhança.
Teotônio Cruz, com presença marcante, a espalhar descendentes. Fazenda não mais existe, só lembrança. Vó Altina, parteira de tantos, cuida, por seus descentes, a entrada do Centro Comunitário.
O nome vem de planta capim de alto de morro, a salvar a fome dos animais em época de seca.
Novos moradores chegam, há chacreamento, a revelar uma dinâmica forte de desenvolvimento local.
O Centro Comunitário, por escolha, está destinado às celebrações religiosas. Doação da Amorita.

COMUNIDADE DO MACHADO

As casas coloridas, a emoldurar o Núcleo Escolar João Lage, o campo de futebol, a Capela de São Sebastião colorem o horizonte da chegada. Mário Ferreira, Professora Milita, Juquita Martins, Maria Viana, Enedina, Orozimbo são nomes evocados da ancestralidade pioneira. Manoel Coelho e sua esposa Zita no portal de chegada oeste, com sua família hoje espalhada por lonjuras, marcaram o Natal. O dia 25 de dezembro, aniversário da Zita, era a festa acolhedora da Comunidade do Machado, regada a almoço farto e doces de despertar a alma.
Hoje, Laíde, Jadir, Glorinha, Nininha, Guida, Neide, Otaviano, Marquinhos, José Ferreira, Ronaldo Ferreira, Chico são guardiães das tradições e habitantes hospitaleiros da Comunidade em crescimento.
O Núcleo Escolar atende às demais comunidades, com as crianças transportadas pela oferta do transporte público, desde o Pereira, Pari, Ponte, Gomes e Capitinga. Escola de qualidade, nucleada pela Prefeitura de Itabira desde a década de 90.
A Festa de São Sebastião e a Cavalgada, lideradas por Marco Aurélio Ferreira (Marquinhos) constituem eventos consolidados do calendário da Comunidade do Machado, a atraírem a presença de toda a região e das cidades vizinhas.
O Machado é uma comunidade com renda própria, produz rapadura, cachaça, dispõe de pesque-pague, duas vendas. O campo de futebol é o lazer das comunidades vizinhas nos fins de semana. Um quadra de esportes está em fase de construção, já com a terraplenagem em terreno doado por Jadir Fernandes das Mercês.

COMUNIDADE PEREIRA

Os Pereiras, origens do nome, habitam outros horizontes. Alguns descendentes vivem no Rio de Janeiro. Na história da Comunidade há que destacar o esforço de Paula Diniz. Na agrura de ver as crianças carentes, de famílias a viverem do antigo lixão na vertente de saída de Itabira, resolveu acolhê-las e criou a escola. Desafiada pelo prefeito à época, José Maurício, assumiu o espaço e se fez a primeira professora. Hoje, de cerca de 28 crianças, Paula recebe visitas de profissionais formados, universitários até, encaminhados na vida. Sem dispor do mínimo, Paula se fez a cristã milagreira, com sua fé imensa. Daniel, companheiro, parceiro, juntos são empreendedores da fábrica de biscoitos Paula, a distribuir a produção por todos os cantos de Minas. Cria empregos, implantaram o pesque pague, anexos à residência, ricos em hospitalidade.
Na região prevalecem os reflorestamentos homogêneos, com a prevalência do Eucalipto e do Pinus Elliotis a suprirem a Cenibra, em Belo Oriente e as madeireiras vizinhas.
O sitio do Geraldinho é dos mais eficientes em produção e aproveitamento das vocações rurais da Comunidade.
Na vertente do Pereira para a Comunidade do Pari, há as mais belas paisagens da Serra da Lapa, Parque Nacional do Cipó, região de Itambé do Mato Dentro.
A promessa de construção do Centro Comunitário do Pereira é alimentada desde 2007, com a intenção de endereçar o movimento comunitário.

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FESTA COMUNIDADE DE PARI
Dia: 22/09/18 as 13h
Atraçoes: Show com Carol Muniz / Show com a banda Filhos de Minas / Leilões / Bingo / Rifa / E diversão para as crianças: Pula Pula e muito mais!